Dívidas? Nunca mais!

Há um mito que todos têm dívidas e que sem elas não se consegue nada na vida. Essa afirmação é superficial. Há muitas pessoas que nunca contraíram dívidas e estão muito bem.

A mente financeira delas é oposta à mente da maioria das pessoas que compram tudo financiado e, não tendo um planejamento financeiro, correm o risco de perderem o controle e se verem endividadas, ou seja, sem capacidade de pagar as dívidas contraídas. Pessoas que planejam suas finanças baseadas numa premissa de primeiro poupar e rentabilizar para então adquirir, se possível, sempre à vista e com bons descontos, não correm o risco de ficarem endividadas e, por isso, prosperam ao longo dos anos, independente se elas têm um salário alto ou mesmo baixo.

Precisamos distinguir dívidas de consumo de dívidas do tipo investimento. As dívidas de consumo são aquelas feitas para consumo pessoal como viagens, roupas, bolsas, passeios, cirurgia plástica, etc., porém as dívidas de investimento estão ligadas a bens duráveis como veículos, moradias, etc., compondo um patrimônio que pode ser revertido em dinheiro novamente. Temos ainda outras categorias de dívidas, mas o que se deve evitar, sempre que possível, é contrair dívidas. O melhor caminho é primeiro poupar e depois gastar, salvo dívidas de aquisição de moradia, que para alguns faz sentido financiar um imóvel.

As pessoas que estão sempre financiando suas compras, trabalham parte do seu dia para pagar juros altos aos emprestadores, enquanto as que investem parte do seu dinheiro no mercado financeiro e obtêm juros, estão tendo pessoas trabalhando para elas. A Bíblia afirma: “Assim como os pobres são dominados pelos ricos, quem pede dinheiro emprestado se torna escravo de quem empresta.” Provérbios 22.7; portanto, é possível viver sem dívidas, basta ter esse propósito. Faça o curso: “De Devedor a Investidor”, ele ensina como sair das dívidas e estabelecer uma estratégia de investimento duradoura.

90 dias para acertar as finanças e decolar

Este livro visa, de forma objetiva e prática, trazer o leitor a entender a importância de valorizar o dinheiro ao gastar, investir, se proteger e de questionar se há alguma dívida que faz sentido ter, além disso, trata a empregabilidade como fator relevante no planejamento financeiro. O livro se diferencia por ter na abordagem um modo de mudar o comportamento em relação a lidar com o dinheiro e propõe um plano de ação de 90 dias para implementar essas mudanças. Por último, o autor elucida princípios Bíblicos que sustentam a mudança de forma salutar, não apenas visando a liberdade financeira, mas antes desta, a libertação financeira para então prosperar verdadeiramente na vida como um todo.

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